Por faço o que faço?

Por Coltri Junior

Obviamente, nossas ações são determinadas por nossas decisões, que são resultados da forma como vemos e interpretamos o mundo. A esse movimento, grosso modo, damos o nome de paradigma, ou modelo mental, que tem como base o nosso sistema de crenças (fruto do ambiente em que fomos criados, dos acontecimentos e experiências em nossas vidas, dos conhecimentos que adquirimos e de como visualizamos nosso futuro). Portanto, se quiser compreender uma pessoa, seja o outro, seja você, é preciso mapear o modelo mental.

Portanto, modelo mental, em suma, é um padrão de comportamento.

Em minhas palestras e cursos, quando pergunto se paradigma é bom ou ruim, muita gente fala que é ruim. É uma concepção equivocada, resultado de clichês sem essência, tais como: quebre seus paradigmas. É importante entender que o ser humano não vive sem eles. Todas as vezes que você quebra um, forma outro (ou outros). Ele nos dá tranquilidade, conforto e qualidade naquilo que fazemos. Não precisamos pensar para fazer. Porém, a questão é que, muitas vezes, nossos pressupostos se tornam obsoletos. Outras, são errados, mesmo. Precisamos analisar nossos paradigmas todos os dias. Os que não valem mais, temos que trocar. Os que ainda valem, é importante deixar que continuem, até que um dia, como dizia Toquinho e Vinicius em Aquarela, se descolorirão.

Modelo mental é uma das 5 disciplinas do trabalho de Peter Senge. Outra delas é o domínio pessoal, trabalhada no artigo anterior. O estudo é sobre o pensamento sistêmico (5ª disciplina, resultante das outras 4). Para que eu possa aumentar substancialmente meu domínio pessoal, ou seja, minha capacidade de fazer e de aprender, preciso ter o hábito de avaliar meus paradigmas. Quando compreendo o porquê de fazer o que faço, passo a ter clareza dos pressupostos para a tomada de decisão e ação. Assim, consigo perceber se o alicerce está bem construído ou se preciso mudar a forma de como enxergar aquela situação.

Além disso, preciso analisar os modelos mentais de meus pares, também. Assim, posso me permitir quebrar barreiras e preconceitos, entendendo o porquê daquele comportamento.

Um mútuo entendimento dos modelos mentais é uma grande ferramenta de aprendizagem e crescimento. E é a base para que se possa aprender em equipe (outra das 5 disciplinas).

Assim, antes de fazer algo, analise por que fazer daquela forma. Antes de criticar alguém, procure entender o porquê dela pensar ou falar daquele jeito. A vida ganha mais tolerância, mais respeito e argumentos mais razoáveis para os debates. Pense nisso, se quiser é claro!

Obviamente, nossas ações são determinadas por nossas decisões, que são resultados da forma como vemos e interpretamos o mundo. A esse movimento, grosso modo, damos o nome de paradigma, ou modelo mental, que tem como base o nosso sistema de crenças (fruto do ambiente em que fomos criados, dos acontecimentos e experiências em nossas vidas, dos conhecimentos que adquirimos e de como visualizamos nosso futuro). Portanto, se quiser compreender uma pessoa, seja o outro, seja você, é preciso mapear o modelo mental.

Portanto, modelo mental, em suma, é um padrão de comportamento.

Em minhas palestras e cursos, quando pergunto se paradigma é bom ou ruim, muita gente fala que é ruim. É uma concepção equivocada, resultado de clichês sem essência, tais como: quebre seus paradigmas. É importante entender que o ser humano não vive sem eles. Todas as vezes que você quebra um, forma outro (ou outros). Ele nos dá tranquilidade, conforto e qualidade naquilo que fazemos. Não precisamos pensar para fazer. Porém, a questão é que, muitas vezes, nossos pressupostos se tornam obsoletos. Outras, são errados, mesmo. Precisamos analisar nossos paradigmas todos os dias. Os que não valem mais, temos que trocar. Os que ainda valem, é importante deixar que continuem, até que um dia, como dizia Toquinho e Vinicius em Aquarela, se descolorirão.

Modelo mental é uma das 5 disciplinas do trabalho de Peter Senge. Outra delas é o domínio pessoal, trabalhada no artigo anterior. O estudo é sobre o pensamento sistêmico (5ª disciplina, resultante das outras 4). Para que eu possa aumentar substancialmente meu domínio pessoal, ou seja, minha capacidade de fazer e de aprender, preciso ter o hábito de avaliar meus paradigmas. Quando compreendo o porquê de fazer o que faço, passo a ter clareza dos pressupostos para a tomada de decisão e ação. Assim, consigo perceber se o alicerce está bem construído ou se preciso mudar a forma de como enxergar aquela situação.

Além disso, preciso analisar os modelos mentais de meus pares, também. Assim, posso me permitir quebrar barreiras e preconceitos, entendendo o porquê daquele comportamento.

Um mútuo entendimento dos modelos mentais é uma grande ferramenta de aprendizagem e crescimento. E é a base para que se possa aprender em equipe (outra das 5 disciplinas).

Assim, antes de fazer algo, analise por que fazer daquela forma. Antes de criticar alguém, procure entender o porquê dela pensar ou falar daquele jeito. A vida ganha mais tolerância, mais respeito e argumentos mais razoáveis para os debates. Pense nisso, se quiser é claro!

Prof. Coltri Junior é palestrante, consultor organizacional e educacional, professor e diretor da Nova Hévila Treinamentos.

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