A Vacina da Alegria versus COVID-19

Por Filipe Gimenes de Freitas

Há 126 anos era descoberta a soroterapia antipeçonhenta pelos franceses Albert Calmett, Auguste Césaire Phisalix e Gabriel Bertrand. Na época, foi um grande feito, porque a maioria das pessoas no século XIX vivia em zonas rurais e o contato com animais peçonhentos era muito mais frequente. Antes de haver o soro antiofídico, a mortalidade chegava a 25% (vinte e cinco por cento) das pessoas picadas, hoje o percentual despencou para 0,4% (quatro décimos por cento).

O interessante é que no próprio veneno destilado por uma serpente descobriu-se o antídoto para anular o efeito nocivo no organismo. Os cientistas colocavam pequenas doses do veneno em cavalos, uma vez que o sistema imunológico de tal quadrúpede criava anticorpos que neutralizavam a ação do veneno.

No entanto em pleno século XXI, o planeta Terra se rendeu ao alto poder de contágio do chamado Corona Vírus (COVID-19), sendo que tudo originou-se numa pequena província da China e, em pouco tempo, se alastrou mundo afora.

A exemplo do soro antiofídico em que a solução estava exatamente de onde veio o próprio mal, será que a China teria a solução para o vírus que foi disseminado em sua terra?

Segundo relatos históricos, há cerca de 4.000 anos, na época da dinastia Chang, na China, já existiam relatos do que conhecemos hoje como a Medicina Tradicional Chinesa e dentre os inúmeros ensinamentos, está o de que as emoções influenciam diretamente em nosso organismo.

A Medicina Tradicional Chinesa ensina que problemas respiratórios e doenças no pulmão possuem ligação emocional com a tristeza ou a melancolia. Nunca, no mundo, houve tantos casos de depressão e aumento exponencial de pessoas que atentam contra a própria vida.

A natureza é tão sábia que é como se nós pedíssemos coletivamente, pela Lei Universal de Atração e, claro, de forma inconsciente, algo que fosse ao encontro de nossa tristeza e de nossa falta de aceitação à vida que levamos, porque quando não estamos satisfeitos com o que temos ou o que somos, o primeiro sinal é a perda da alegria de viver.

Por isso, além dos necessários cuidados diários de higienização que sempre deveríamos ter, da prudente escolha de evitar aglomerações enquanto a disseminação está fora de controle, só nos resta fortalecer a nossa imunidade, porque há milhares de vírus que sequer foram catalogados pela ciência e ninguém, em sã consciência, pode imaginar que se livrará de bilhões de vírus e bactérias que estão presentes no ar que respiramos diariamente.

Sendo assim, além dos alimentos que reforçam a nossa imunidade, deveríamos refletir o quanto a nossa tristeza abaixa o nosso sistema imunológico; o quanto a nossa perda de prazer em viver influencia em nosso organismo deixando-nos tão expostos a pegar uma gripe e tantos outros males.

Por isso, já que não podemos deixar de respirar, de viver e, principalmente, de continuar lutando diariamente nesse mundo, que possamos levar toda essa dura lição como um ensinamento Divino de resgatarmos a nossa felicidade, a nossa alegria de viver e a nossa gratidão por tudo o que Deus nos concede em Sua infinita misericórdia. Pensemos a respeito…

Filipe Gimenes de Freitas é palestrante sobre o evangelho, espiritualidade e autor do livro “Cristão do Terceiro Milênio”. É presidente do Instituto Cisco de Deus que atende crianças carentes em Mato Grosso.

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